Dez meses após convênio, governo ainda não tem data para a construção de casas do CDHU

POLÍTICA - 17:57:53
Dez meses após convênio, governo ainda não tem data para a construção de casas do CDHU

Quase um ano após assinar o convênio para construção de 219 casas populares em Fernandópolis, a Secretaria de Estado da Habitação  ainda não tem data para iniciar as obras. Em nota encaminhada ao CIDADÃO a secretaria informa apenas  “que está em elaboração a contratação de 219 unidades habitacionais na rua Benedita da Cruz, em Fernandópolis. O investimento previsto é de R$ 21,8 milhões”.
O anuncio das casas populares em Fernandópolis foi feita pelo secretário estadual da Habitação, Rodrigo Garcia (DEM) durante ato político realizado no ano passado na sede da OAB em Fernandópolis organizado pelo atual prefeito André Pessuto (DEM), na época presidente da Câmara. Em junho, após a Câmara aprovar o projeto em regime de urgência, a ex-prefeita Ana Bim  assinou o convênio em São Paulo.
No final do ano, a CDHU - Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano -, órgão da secretaria estadual de Habitação, solicitou à Prefeitura de Fernandópolis o alvará para as obras do conjunto com 219 moradias populares do programa Morar Bem Viver Melhor. Na época, a informação era de que após a emissão do documento, a companhia iria autorizar a licitação para a escolha da empreiteira responsável pela construção. 
O projeto, conforme anunciado na época, será executado em duas etapas. Na primeira, com 119 unidades, o investimento será de R$ 14,2 milhões. A segunda etapa, com as outras 100, será licitada quando a anterior atingir 70% de execução. A partir do início da obra, o prazo para conclusão é de 48 meses. 
As moradias serão construídas em uma área ao lado do conjunto habitacional Jayme Leone já dotada de infraestrutura de água, esgoto e galerias. Os imóveis terão 56 metros quadrados de área construída, divididos em dois quartos, sala, cozinha e banheiro. O edital vai prever ainda a instalação de sistemas solares de aquecimento de água para que as famílias tenham mais conforto e economia de energia elétrica.
Além da doação do terreno, o contrato prevê como contrapartida do município o plantio de uma árvore para cada casa construída.
Antes de deixar a administração, a então prefeita Ana Bim anunciava que estava propondo o nome do cabo da Polícia Militar, Claudio Florindo, que morreu recentemente após confronto com bandidos que explodiram um caixa eletrônico no Shopping Center. Oficialmente, o empreendimento da CDHU ainda é tratado como “Fernandópolis I”. De acordo com o órgão estadual, o nome do bairro que resultará do conjunto será definido na averbação dos imóveis. 

 

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