A Henri Pestalozzi mudou minha vida

CADERNO VIVA - 17:50:21
A Henri Pestalozzi mudou minha vida

Há três semanas CIDADÃO vem apresentando uma série sobre a importância das entidades assistenciais e de classe na sociedade local. Por aqui já passaram histórias de fernandopolenses que tiveram suas vidas literalmente modificadas, para melhor, graças ao trabalho do Ceads, Caefa e por último da Associação Comunitária Maria João de Deus. 
Essa semana, como antecipado, será a vez da Associação Filantrópica Henri Pestalozzi, por meio da história de vida do jovem Fernando Alcino da Silva Ponciano, de 22 anos. Ele conheceu a entidade quando representantes dela fizeram uma visita a sua escola. 
“Eles foram fazer uma apresentação sobre a entidade na escola e quando minha mãe soube que lá teria aulas de reforço de português, matemática e até inglês, ela achou que seria excelente, como de fato foi”, contou o jovem. 
Aos oito anos de idade ele então passou a frequentar a Henri Pestalozzi.  Filho de mãe solteira, que trabalha como doméstica, Fernando nunca chegou a passar necessidades, mas encontrava na entidade o suporte e o estímulo que precisava para alcançar seus objetivos. 
Aos 16 anos, a “tia Val”, uma das fundadoras e colaboradoras da entidade, que também era professora de Fernando na escola Saturnino, lhe indicou para um programa de intercâmbio na Alemanha, por meio do Rotary 22 de Maio.  Sem custo algum, ele permaneceu três meses fora do país aprimorando seu inglês, cuja a primeira aula de sua vida tinha feito na Henri Pestalozzi. 
Quando retornou ao Brasil, Fernando voltou a sua rotina normal e ao terminar o colegial, um telefonema da “tia Val” o alertou sobre um processo seletivo na FEF para a concessão de bolsas de estudo. Ele então decidiu se inscrever e conquistou uma bolsa de estudos de 100% da mensalidade para o curso de Biomedicina. 
Em 2015, quando estava concluindo a faculdade, decidiu prestar o concurso para a Prefeitura de Fernandópolis, com o intuito de adquirir experiência. Porém, acabou passando em primeiro lugar e hoje é responsável pelo setor de hematologia do Laboratório Municipal.      
“A Henri Pestalozzi foi minha base de tudo. Se não fosse aquele estimulo lá atrás, aquelas aulas de reforço, eu não teria chegado até aqui. Filho de mãe solteira, empregada doméstica, as pessoas acham que não há possibilidade de crescer, mas há sim e é graças a essas entidades que nos dão a base que precisamos para isso. Sou grato a instituição e a todos que pertencem a ela”, concluiu. 

 

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