Fernandópolis faz ação para diagnóstico de Sífilis e HIV

SAÚDE - 08:38:33
Fernandópolis faz ação para diagnóstico de Sífilis e HIV

Fernandópolis tem hoje 400 pessoas que fazem uso da terapia com antirretroviral, medicamento para tratar o HIV, deste total de casos, 31 pessoas foram diagnosticadas neste ano de 2017. De Sífilis, até o mês de outubro, eram 18 casos confirmados. Para garantir o diagnóstico precoce e início rápido do tratamento dessas duas doenças, a Secretaria Municipal de Saúde realiza a “10ª Campanha Fique Sabendo” ao longo da semana.
A ação ocorre de 27 de novembro a 1° de dezembro de 2017, com a oferta de testagem para HIV e Sífilis. Durante esta semana a população deve procurar as unidades de saúde de Fernandópolis para a realização gratuita do exame. É importante destacar que o resultado sai na hora.
Na sexta-feira, 1° de dezembro, é comemorado o Dia de Luta Mundial no Combate à Aids, por isso, no sábado, 2 de dezembro,a equipe de profissionais do CADIP(Centro de Atendimento a Doenças Infectocontagiosas e Parasitárias) também estará na praça Central realizando teste rápido para HIV e Sífilis a toda a população, no período da manhã.
SOBRE A SÍFILIS
Sífilis é uma infecção bacteriana geralmente transmitida pelo contato sexual que começa como uma ferida indolor. A Sífilis desenvolve-se em estágios, e os sintomas variam conforme cada estágio. A primeira etapa envolve uma ferida indolor na genitália, no reto ou na boca. Após a cura da ferida inicial, a segunda fase é caracterizada por uma erupção cutânea. Depois, não há sintomas até a fase final, que pode ocorrer anos mais tarde. Essa fase final pode resultar em danos para cérebro, nervos, olhos ou coração.
SOBRE O HIV
HIV é o vírus da imunodeficiência humana. Causador da Aids, ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças.Ter o HIV não é a mesma coisa que ter Aids. Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. Mas podem transmitir o vírus a outras pessoas pelas relações sexuais desprotegidas, pelo compartilhamento de seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação, quando não tomam as devidas medidas de prevenção. Por isso, é sempre importante fazer o teste e se proteger em todas as situações. 
Assim pega:
Sexo vaginal sem camisinha;
Sexo anal sem camisinha;
Sexo oral sem camisinha;
Uso de seringa por mais de uma pessoa;
Transfusão de sangue contaminado;
Da mãe infectada para seu filho durante a gravidez, no parto e na amamentação;
Instrumentos que furam ou cortam não esterilizados. 
Assim não pega:
Sexo desde que se use corretamente a camisinha;
Beijo no rosto ou na boca;
Suor e lágrima;
Picada de inseto;
Aperto de mão ou abraço;
Sabonete/toalha/lençóis;
Talheres/copos;
Assento de ônibus;
Piscina;
Banheiro;
Doação de sangue;
Pelo ar.

 

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