Síndrome põe Saúde em alerta em Fernandópolis

SAÚDE - 08:53:06
Síndrome põe Saúde em alerta em Fernandópolis

Você sabe o que é Síndrome “Mão Pé Boca”? Essa doença, uma infecção viral contagiosa que atinge principalmente as crianças que é caracterizada por pequenas feridas na cavidade oral e erupções nas mãos e nos pés, está provocando um surto de casos no estado de São Paulo e alguns casos começaram a surgir também em Fernandópolis. Por este motivo, a Secretaria Municipal de Saúde de Fernandópolis está em alerta e intensificando a busca e acompanhamento dos casos da doença.

Hoje, Fernandópolis acompanha um surto com 12 crianças que foram acometidas pela síndrome, porém, a quantidade de casos confirmada no município pode ser maior, tendo em vista que o controle da doença passou a ser realizado a partir da semana passada, seguindo determinação do Grupo Regional de Vigilância Epidemiológica.

Na maioria dos casos, a Síndrome Mão Pé Boca é uma doença branda e benigna, que desaparece espontaneamente após alguns dias sem causar nenhum tipo de complicação. O maior problema costuma ser o risco de desidratação, pois a dor de garganta pode fazer com que a criança pare de aceitar alimentos e líquidos.

De todas as principais causas de exantemas febris (febre + manchas vermelhas na pele), a doença Mão Pé Boca é uma das mais fáceis de ser diagnosticada, devido ao seu típico envolvimento da mucosa oral, solas dos pés e palmas das mãos. Ela ocorre frequentemente nas crianças com menos de 5 anos, mas pode, eventualmente, acometer adultos.

TRANSMISSÃO

O vírus que causam a doença mão pé boca podem ser transmitidos por contato com secreções das vias respiratórias, secreções das feridas das mãos ou dos pés e pelo contato com fezes dos pacientes infectados.

Isso significa que o Vírus Coxsackie (e os outros vírus causadores da SMPB) podem ser transmitidos nas seguintes situações: beijar alguém infectado; ter contato com secreções respiratórias, geralmente através da tosse ou espirro; beber água contaminada; apertar a mão de alguém contaminado; ingerir alimentos preparados por alguém infectado, que não tenha feito a higienização adequada das mãos; contato com brinquedos ou objetos que possam ter sido contaminados por mãos sujas; contato com roupas contaminadas; trocar fraldas de crianças contaminadas.

Geralmente, a fase de maior contágio da síndrome é durante a primeira semana de doença. Porém, mesmo após a cura, o paciente pode permanecer eliminando o vírus nas fezes, o que o mantém contagioso durante dias ou até semanas depois dos sintomas terem desaparecidos. A maioria dos adultos que se contamina com o Vírus Coxsackie não desenvolve sintomas, mas eles podem ser transmissores assintomáticos do vírus.

A síndrome é tratada com medicamentos anti-inflamatórios ou, se o quadro for grave, medicamentos antivirais. É importante oferecer ao paciente muito líquido, de preferência em temperatura baixa, e evitar a ingestão de alimentos muito quentes, ácidos ou condimentados – que podem acentuar as dores na garganta.

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