Fernandopolenses pagaram R$ 22,3 mi em impostos no primeiro semestre

GERAL - 08:10:34
Fernandopolenses pagaram R$ 22,3 mi em impostos no primeiro semestre

Os contribuintes de Fernandópolis já pagaram R$ 22,3 milhões em impostos entre o dia 1º de janeiro e 30 de junho deste ano. O montante é relativos aos impostos municipais e o volume é 9% superior ao de igual período do ano passado. Os dados são do impostômetro, um mecanismo criado pela Associação Comercial de São Paulo para acompanhar o montante de impostos pagos pelos brasileiros. O sistema acompanha também o montante de impostos no âmbito municipal.

A lista de tributos municipais incluem cerca de 15 tipos de cobrança, de IPTU a taxa de licença, etc. Neste caso, Fernandópolis registrou no primeiro semestre a arrecadação de R$ 22,3 milhões. 
O Impostômetro considera todos os valores arrecadados pelas três esferas de governo a título de tributos: impostos, taxas e contribuições, incluindo as multas, juros e correção monetária. O cálculo é feito levando em consideração os tributos recolhidos pela União, Estado e Municípios. 
A carga tributária brasileira, que chega perto de 35% do Produto Interno Bruto, é um dos principais entraves para o crescimento da economia e a população pouco sente os benefícios em serviços de qualidade. 
Estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) mostra que o Brasil ocupa a pior posição no ranking mundial que mede o retorno dos valores arrecadados em prol do bem-estar da sociedade. De acordo com o Índice de Retorno de Bem-Estar à Sociedade (Irbes), o Brasil está na 30ª colocação. O estudo mede a arrecadação tributária em relação à riqueza gerada, o Produto Interno Bruto (PIB).
Para se ter uma ideia do peso dos impostos - já que muita gente não tem a noção exata no seu cotidiano - outro estudo do instituto mostra o quanto o brasileiro precisa trabalhar para pagar impostos: nada mais nada menos do que 153 dias. "Em média, são cinco meses e meio só para sustentar o governo e o resto, para sustentar a família", comenta o economista Marcel Solimeo, economista da Associação Comercial de São Paulo.

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