Consultas oftalmológicas: qual é a frequência ideal?

ARTIGOS - 09:08:36
Consultas oftalmológicas: qual é a frequência ideal?

Boa parte da população seja no Brasil ou no exterior, só procura os serviços médicos quando se depara com algum problema de saúde. Afinal, culturalmente, a sociedade desenvolveu certa aversão a clínicas e hospitais. Não resta dúvida, contudo, de que, diante de alguma dor ou de algum sintoma que caracterize uma enfermidade, devemos contar com atendimento médico. No entanto, o ideal é que adotemos o hábito de nos prevenir, submetendo-nos a consultas periódicas e preventivas.

No caso do cuidado com os olhos, a periodicidade das visitas ao oftalmologista e os tipos de exames variam conforme a idade e o perfil clínico do paciente. Para orientar você, preparamos um pequeno guia, vamos lá?

Recém-nascidos e crianças até cinco anos de idade

Ao nascer, o bebê tem seus olhos avaliados pelo pediatra que acompanhou o parto. Se após o exame do olhinho não for constatada nenhuma anomalia, o bebê deve fazer nova consulta só quando completar o primeiro ano de vida. A partir de então, os retornos podem ser anuais. Porém, se alguma patologia for constatada, será necessário um acompanhamento imediato e permanente, a fim de prevenir complicações que possam levar a problemas graves.

Entre seis e doze anos

Cabe principalmente aos pais observar se seus filhos têm tido alguma dificuldade de visão, que pode ser detectada durante as brincadeiras da criança ou quando ela demonstra certa hesitação em identificar formas, cores ou mesmo pessoas, seja no trato pessoal ou diante da televisão.

Por volta dos seis ou sete anos, as crianças iniciam o processo de alfabetização, o que exige muito dos olhos. Se a criança apresentar problemas de visão, o aprendizado e até a socialização poderão ser comprometidos. Por isso, é recomendável consultar um oftalmologista nessa fase. Nos anos seguintes, se não houver outros problemas, as consultas podem ser realizadas uma vez ao ano.

Adolescência e vida adulta

Quando nos tornamos adolescentes, já temos a autonomia necessária para perceber se nossa visão apresenta alguma deficiência. Apesar disso, em função da vaidade típica dos jovens, pode haver alguma relutância em reconhecer a presença de problemas de visão, principalmente para evitar a utilização de óculos. Por isso, mesmo com filhos adolescentes, é necessário estabelecer um diálogo de modo que eles se sintam mais seguros e confortáveis para falar sobre o assunto.

Para pacientes saudáveis, recomenda-se visitas anuais ao oftalmologista. Porém, se houver algum problema, o médico orientará sobre a frequência das consultas. Vale lembrar que, se você perceber alguma alteração ou incômodo nos olhos, é imprescindível antecipar a próxima consulta, pois o tratamento precoce da maioria das doenças na visão aumenta as probabilidades de cura.

Há alguns quadros clínicos que exigem maior frequência de consultas oftalmológicas. Podemos citar, como exemplo, a alta miopia, que excede os seis graus, o diabetes, o glaucoma e os pós-operatórios. As pessoas que não apresentam sintomas relacionados a essas doenças, mas que têm histórico familiar deve ficar mais atento e fazer o acompanhamento de acordo com a orientação do oftalmologista.

Boa parte da população seja no Brasil ou no exterior, só procura os serviços médicos quando se depara com algum problema de saúde. Afinal, culturalmente, a sociedade desenvolveu certa aversão a clínicas e hospitais. Não resta dúvida, contudo, de que, diante de alguma dor ou de algum sintoma que caracterize uma enfermidade, devemos contar com atendimento médico. No entanto, o ideal é que adotemos o hábito de nos prevenir, submetendo-nos a consultas periódicas e preventivas.

No caso do cuidado com os olhos, a periodicidade das visitas ao oftalmologista e os tipos de exames variam conforme a idade e o perfil clínico do paciente. Para orientar você, preparamos um pequeno guia, vamos lá?

Recém-nascidos e crianças até cinco anos de idade

Ao nascer, o bebê tem seus olhos avaliados pelo pediatra que acompanhou o parto. Se após o exame do olhinho não for constatada nenhuma anomalia, o bebê deve fazer nova consulta só quando completar o primeiro ano de vida. A partir de então, os retornos podem ser anuais. Porém, se alguma patologia for constatada, será necessário um acompanhamento imediato e permanente, a fim de prevenir complicações que possam levar a problemas graves.

Entre seis e doze anos

Cabe principalmente aos pais observar se seus filhos têm tido alguma dificuldade de visão, que pode ser detectada durante as brincadeiras da criança ou quando ela demonstra certa hesitação em identificar formas, cores ou mesmo pessoas, seja no trato pessoal ou diante da televisão.

Por volta dos seis ou sete anos, as crianças iniciam o processo de alfabetização, o que exige muito dos olhos. Se a criança apresentar problemas de visão, o aprendizado e até a socialização poderão ser comprometidos. Por isso, é recomendável consultar um oftalmologista nessa fase. Nos anos seguintes, se não houver outros problemas, as consultas podem ser realizadas uma vez ao ano.

Adolescência e vida adulta

Quando nos tornamos adolescentes, já temos a autonomia necessária para perceber se nossa visão apresenta alguma deficiência. Apesar disso, em função da vaidade típica dos jovens, pode haver alguma relutância em reconhecer a presença de problemas de visão, principalmente para evitar a utilização de óculos. Por isso, mesmo com filhos adolescentes, é necessário estabelecer um diálogo de modo que eles se sintam mais seguros e confortáveis para falar sobre o assunto.

Para pacientes saudáveis, recomenda-se visitas anuais ao oftalmologista. Porém, se houver algum problema, o médico orientará sobre a frequência das consultas. Vale lembrar que, se você perceber alguma alteração ou incômodo nos olhos, é imprescindível antecipar a próxima consulta, pois o tratamento precoce da maioria das doenças na visão aumenta as probabilidades de cura.

Há alguns quadros clínicos que exigem maior frequência de consultas oftalmológicas. Podemos citar, como exemplo, a alta miopia, que excede os seis graus, o diabetes, o glaucoma e os pós-operatórios. As pessoas que não apresentam sintomas relacionados a essas doenças, mas que têm histórico familiar deve ficar mais atento e fazer o acompanhamento de acordo com a orientação do oftalmologista.

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