Cartas para Noel

CADERNO VIVA - 18:09:12
Cartas para Noel

"Querido Papai Noel...” é a frase mágica utilizada por centenas de crianças de Fernandópolis que escreveram uma cartinha esperando ganhar um presente de Natal. Júlia, Sofia, Vitor, João Pedro, Pablo, Miguel, Melissa, Victória, Maria Eduarda, Alisson e mais de três centenas de crianças já colocaram suas cartas para o Papai Noel na agência dos Correios em Fernandópolis. Até o final da campanha, em 13 de dezembro, serão mais de 600.

Ser o Papai Noel de uma dessas crianças move também centenas de fernandopolenses anonimamente. No ano passado, foram mais de 400 papais noéis que colocaram em prática o lema da campanha: “É você quem tira esses sonhos do papel”.

 “Tenho seis anos e gostaria de ganhar roupa, sapato e um kit material escolar. Moro sozinha com minha mãe e ela não tem condições de comprar”, é exemplo de um dos pedidos das cartas que podem ser apadrinhadas nos Correios. Os pedidos são variados. Tem criança que deseja ganhar uma bola de futebol, boneca, mochila escolar. Tem quem gostaria de ganhar tablet ou um carrinho de controle de remoto e por ai vai.

A campanha estabeleceu como parâmetro atender crianças de até 10 anos. As cartinhas começaram a chegar no início de novembro passam por triagem e são cadastradas e recebem um número. Os papais noéis, anônimos, adotam a carta sem conhecer também a criança ou saber onde mora.

As cartinhas estão disponíveis para serem lidas e apadrinhadas na agência dos Correios na Avenida Primo Angeluci, no centro. O prazo de apadrinhamento e entregas dos presentes vai até 13 de dezembro para que dê tempo de tudo ser triado para a entrega pelos “carteiros” na semana do Natal.

De acordo com a assessoria de imprensa dos Correios, no ano passado chegaram 610 cartinhas e 408 foram adotadas. Até o início da semana, mais de 300 cartinhas aguardavam adoção por parte dos fernandopolenses.

Em 30 anos de campanha, foram atendidas mais de 6 milhões de cartinhas – muitas delas com histórias emocionantes de solidariedade. Essa corrente do bem une esforços de empresa, empregados e voluntários da sociedade para atender, dentro do possível, aos pedidos de presentes daqueles que se encontram em situação de vulnerabilidade social.

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