O PRIMEIRO VETO
Depois do mini recesso (20 dias desde a última sessão ordinária), os vereadores de Fernandópolis voltam ao trabalho na terça-feira, 5, e, de cara, vão ter de encarar o primeiro veto da prefeita Ana Bim, de uma lista de três que o legislativo terá de analisar neste mês. Neste caso, o veto causa mal estar político mais pela “saia justa” em que a prefeita coloca os vereadores. O projeto em questão refere-se ao reajuste de salários da prefeita e secretários que foi aprovado junto com o que concedeu reajuste aos vereadores, já incorporado no contracheque. A prefeita vetou a parte que toca ao Executivo e citou na justificativa encaminhada à Câmara que em momento de crise econômica “os agentes públicos precisam se doar mais à causa pública”. Parecer do Procurador Jurídico da Câmara Thales Adolfo de Almeida Zaine, é pela derrubada do veto, sob argumento de ilegalidade e inconstitucionalidade, baseada na isonomia funcional e na perda de prazo para o veto. É mais um capítulo na difícil relação entre Executivo e Legislativo.
Bate pronto
Três dias após participar da homenagem no Legislativo ao seu pai, prefeito Edison Rolim, Nenê Rolim (Edson Rolim Filho) perdeu a batalha para o câncer e acabou falecendo na tarde de sexta-feira, 25. Ele foi sepultado na manhã de sábado, 26 em Fernandópolis. Deixou um filho (Edison Rolim Neto), um neto (Benício) e a esposa Márcia Sandim Spadon.
Marcada para o dia 5 de abril a inauguração da agência do Banco Mercantil do Brasil em Fernandópolis na Rua Rio de Janeiro, quase esquina com a Expedicionários Brasileiros. Durante a semana, operários davam os últimos retoques na agência que terá atendimento diferenciado para aposentados e pensionistas.
FURTOS, MAIS 20%
Fernandópolis registrou uma elevação de 20% no número de furtos em fevereiro, em comparação com o mês de janeiro. Os dados constam do relatório divulgado pela Secretária Estadual da Segurança Pública. Nos dois primeiros meses do ano, a cidade registrou 149 furtos, 66 em janeiro e 83 em fevereiro. Também houve aumento de furtos de veículos (6 em janeiro e 10 em fevereiro). O índice saltou 40% de janeiro para fevereiro. A cidade também registrou em fevereiro um homicídio, uma morte no trânsito e 3 casos de estupros, além de 13 casos de tráfico de entorpecentes. No primeiro bimestre do ano, a cidade registrou 292 ocorrências policiais ( 129 em janeiro e 163 em fevereiro).
A BUZINA DA MORTE
A Câmara de Rio Preto aprovou nesta quinta-feira, 31, projeto que proíbe venda de buzina de pressão à base de gás propanobutano. O gás tem sido utilizado em festas na cidade e região e na semana passada causou a morte da estudante de Direito Maria Luiza Perez Perossolo, de 18 anos. Foi a segunda morte relacionada à buzina na região neste ano. A outra ocorreu em fevereiro em Fernandópolis. A inalação do produto causa efeitos alucinógenos. Aspirar o gás da chamada “buzina da morte” provoca queimaduras, danos cerebrais e até parada cardíaca. O projeto do vereador Paulo Pauléra, proíbe a comercialização, fabricação, distribuição e o uso em qualquer situação das buzinas e pune com multa de R$ 5 mil e até cassação de alvará.